Domínio tecnológico

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Vivemos uma era onde tecnologia e convívio social andam de mãos dadas, num mundo em que os meios de informação e comunicação fazem parte de praticamente todos os cenários do cotidiano, como escola, trabalho, lar, ruas e até mesmo nas áreas de lazer.

Tudo isso possibilitou também a criação e inserção de novas formas de agir, pensar e educar.

Do despertar ao som de um smartphone, tomar café checando e-mails, redes sociais, conversando com os amigos através de mensagens, envio de áudios ou vídeos etc, o dia-a-dia das pessoas está cada vez mais rodeado de aparelhos tecnológicos que facilitam e tornam a vida menos burocrática, contudo não podemos garantir que tais recursos tecnológicos por si só sejam garantias de sucesso no ambiente educacional. Estes recursos precisam ser moldados e formatados de forma a garantir o sucesso daquilo a que se propõem quando falamos em usá-los no processo de ensino-aprendizagem.

O processo deve passar pelo pensamento em fazer mentes analógicas e digitais funcionarem de forma a entenderem a formatação do curso e do que ele se propõe, como por exemplo o professor deve lembrar-se que existem livros em papel e livros digitais a disposição de seus alunos, bem como as mais diversas formas de pesquisa e estudo on-line e, a partir daí, estudar as características destes alunos para saber se estão preparados e aptos a lidarem com as estas ferramentas, conforme o contexto em que estão inseridos e conforme suas preferências de vida e trabalho com as ferramentas tecnológicas. Os docentes e discentes devem saber como utilizar as ferramentas de forma mais produtiva possível para chegarem a um objetivo comum, que é o conhecimento, utilizando-se da cooperação para o estímulo da mente. Pois apenas o fato de existir tecnologia a disposição em sala de aula ou no ambiente educacional, não tornam estas algo fácil de ser utilizado e manipulado, se não houver um bom planejamento e um estudo das características daqueles que irão fazer uso delas.

“O desafio na EAD será o de romper a “casca” da relação direta professor – aluno, compreendendo que o processo ensino – aprendizagem pode ser mediado por diferentes meios tecnológicos e por intermédios de serviços tutoriais preparados para esse fim. São esses os elementos que comporão os novos ambientes de aprendizagem, aqueles que ultrapassarão a sala de aula convencional e cujos processos de avaliação estarão determinados pelos projetos educativos e os objetivos de formação que se queiram alcançar, determinando, assim, seus critérios e instrumentos.”

Para tal “rompimento” é necessário primeiro um engajamento no universo em que o aluno está inserido e um profundo conhecimento de suas habilidades com os meios tecnológicos, para adaptá-los ao modelo de ensino adequado.

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